terça-feira, 22 de novembro de 2016

Caso de uma vida, M. #27


No dia seguinte o José oferece-se me ir buscar ao trabalho mas eu digo-lhe que tenho reuniões em Aveiro que não sei a que horas vão acabar e quando regressar ainda tenho que fazer uns relatórios e enviar para os meus colegas do escritório que vão ter reunião sobre isso no dia seguinte logo pela manhã. Já chego ao Porto perto das 21h e ainda não jantei. Ligo ao José para ouvir a sua voz e ele insiste que vá até lá casa, posso trabalhar lá e prepara algo para eu jantar. Quando chego damos um longo abraço e um beijo apaixonado. Pouso as minhas coisas na sala, como à pressa enquanto conversamos e depois vamos para a sala. O José abanca-se no sofá e liga a TV e eu abro o meu pc na mesa e começo a trabalhar. Ele acaba por adormecer no sofá até que decide apagar a televisão, vem dar-me um beijo e vai para a cama.

Acabo tarde, entro com cuidado no quarto e começo a despir-me. Agora que o trabalho está feito sinto-me com tesão. Gatinho por cima da cama e aproximo-me do José e começo a dar-lhe pequenos beijos no pescoço e no peito. Ele abre ligeiramente os olhos, vê-me, abraça-me e beija-me a boca. Pergunta-me: “que horas são?”, “passa das 3h30”, “é tarde, deita-te aqui para poderes dormir um pouco”, “hummm, não me apetece muito dormir José…não depois do que encontrei!”, “como assim minha Deusa, o que encontraste?”, “fui ao teu armário, estava à procura de uma tshirt tua que eu pudesse vestir para dormir e encontrei isto”, na minha mão está um dildo com uma data de elásticos presos. “vais-me explicar como isto funciona?”, ele explica-me que serve para prender na tua cara enquanto eu usufruo do dildo, “quero experimentar José, agora”. Ele beija-me de volta, as suas mãos passam pelo meu corpo nu, abocanha as minhas mamas, desce com os dedos até à minha cona, toca-me e sente o meu mel, diz-me “hummm Mariana, estás ótima! Vem cá, deixa-me provar-te”, deita-se na cama e eu ajoelhada sento-me na sua cara, ele aproxima a língua da minha cona a passa devagar, eu faço movimentos com a anca para a frente e para trás para esfregar a cona na sua língua, levanto-me um pouco e peço-lhe para por a mascara. Fica bem presa na cabeça dele e o dildo fica bem em cima da boca o que o vai impedir de me continuar a lamber. Uso as mãos para afastar as minhas nádegas e os lábios da cona e encosto o dildo ao clitóris, esfrego-o para a frente e para trás e depois enterro-o devagar na cona. Vejo o pau do José crescer e imagino a visão que está a ter. Aumento o ritmo e fodo a minha cona naquele dildo, ali tão pertinho dele, o meu mel escorre pelo dildo e vão para a sua cara deixando-o todo besuntado. Ele leva uma mão ao pau e começa a masturbar-se. Eu agarro-lhe a mão, não quero que se toque. Quero que se concentre apenas em ver a minha cona. O meu corpo estremece e ouço a sua voz “vem-te minha Deusa, deixa-me ver-te a vir”. Explodo num delicioso orgasmo e continuo a foder-me, agora mais devagar até parar. Pergunta-me “que tal Deusa?”, eu respondo “ainda não terminei, agora vais ver-me foder o meu cu”. O teu pau salta em reação e ouço-o gemer o meu nome. Tiro o dildo da cona e com as nádegas afastadas começo a enterrar o dildo no cu. Conforme ele desaparece dentro de mim o seu pau lateja de tesão, enquanto cavalgo naquele dildo no meu cu vou dizendo “olha bem José, vê bem o meu cu que tu adoras, a ser aberto por este dildo, olha que abertinho ele está a ficar”, as mãos dele estão a apertar-me as mamas e as pernas e ele diz-me “ahhh que visão linda Deusa, que tesão me dás”, “dá-te vontade de me foder José?”,“imensa!”, “então fode-me, fode-me o cu José”. Saio de cima dele, fico de 4 à sua frente, ele levanta-se na minha direção e enterra o pau com uma estocada no meu cu e urra de prazer, todo o tesão acumulado no pau por não o ter deixado tocar dissipa por todo o teu corpo ao entrar em mim, fode-me como um animal, cheio de vontade de me possuir, encosto a minha cabeça na cama para ficar com o rabo bem empinadinho. Ele geme como nunca o tinha ouvido gemer e diz-me “vou-te encher o cu de esporra, Mariana” e liberta tudo dentro de mim fazendo-me vir também. O seu corpo cai exausto por cima do meu, e diz-me ao ouvido “meu deus Mariana…” eu respondo “eu sei amor”. E adormecemos assim.


Acordamos de manha ainda na mesma posição, eu apresso-me a levantar e a vestir. O José pergunta-me se quero que me deixe no trabalho mas dou-lhe um beijo e digo-lhe para ficare a descansar que volto para ele logo depois do trabalho. Ele acordas só pela hora de almoço e manda-me uma sms a dizer que vai ficar a tarde por casa a relaxar e a pensar no que lhe fiz a noite passada, provoca-me um sorriso.

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