segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Caso de uma vida, M. #23


Saímos do clube tarde e completamente cansados e satisfeitos. Quando chegamos a casa todos concordamos em ir para a cama dormir. Eu e o José despimo-nos e entramos na cama como é nosso hábito, gostamos de sentir a nossa pele tocar contra o corpo do outro. Deitamo-nos de frente um para o outro, apagamos a luz e vamos nos mimando, falando e beijando. Eu encosto o meu nariz ao seu pescoço, inspiro e confesso que tinha imensas saudades de estar ali nos seus braços. Beijamo-nos com carinho e ele diz que também tinha saudades minhas. As minhas mãos roçam de leve as suas costas e diz-me: “espero que tenhas gostado da noite de hoje”, eu respondo: ”claro que gostei, adorei! Dá-me muito tesão quando vejo o teu ar de satisfação a ouvir-me gemer. E aquele momento em que vocês estavam os 5 a cuidar de mim…acho que nunca te senti tão duro como naquele momento”, José: “não imaginas o tesão que sinto ao ver-te satisfeita e a ter prazer minha Deusa, ver-te tão bem cuidada e mimada. Gosto de sejas mimada. Posso-te mimar Mariana?”, Sussurro-te: “podes meu amor”, ele tira o lençol de cima de nós e vem para cima de mim, eu afasto as minhas pernas para o receber entre elas. Ele beija o meu pescoço carinhosamente, desce até as mamas e sinto a sua língua a saborear o sabor da minha pele. Dedica algum tempo nas minhas mamas a beija-as e lambe-as, suga e mordisca os mamilos, solto uns gemidos escondidos em suspiros e a sua boca continua a descer, lambe a minha barriga, beija o meu umbigo e eu já me contorço em antecipação. Não me fazendo esperar ele inclina-se sobre o meu monte de Vénus. Sinto os seus lábios beijarem-me e sugarem o meu grelo, a sua língua explora-me para cima e para baixo muito suave e muito curiosa tocando cada pedacinho de mim, sinto o meu mel escorrer da cona e o José apanha-o com a língua. Agarro a sua cabeça e tento puxa-lo para mim, quero que me fodas. Mas ele agarra as minhas mãos e segura-as dizendo que só me irá mimar-me. Afunda novamente a cabeça entre as minhas pernas e sinto o meu corpo contorcer venho-me na sua boca. Ele abranda o ritmo mas apenas para de me lamber quando o meu corpo relaxa por completo. Deita-se ao meu lado e dá-me a provar o meu mel na sua boca, abraça-me e adormecemos.

Acordo cedo e vejo o José deitado ao meu lado. Aproximo-me e beijo-o carinhosamente, ele acorda olhar para mim e sorri “bom dia minha deusa, estas bem?”, “estou ótima e faminta, vamos ver se arranjamos alguma coisa para tomar o pequeno-almoço? Acho que o Simão e a Raquel ainda estão a dormir. Não ouvi barulho nenhum”. Vestimos umas cuecas e uma tshirt e vamos até à cozinha. Ao entrar deparamo-nos com a Raquel sentada em cima do balcão, completamente nua e o Simão ajoelhado à sua frente a lamber-lhe a cona. Faço-te sinal de silêncio e ficamos à porta a observa-los. O José fica atrás de mim a observa-los e sinto o seu pau despertar, ele quebra o silêncio: “oh Raquel, espero bem que não seja nesse balcão que cozinhes para nós”, por momentos eles assustam-se pois ainda não nos tinham visto mas começam a rir-se e ela responde-te “agora estás esquisito, é José?”, ele diz que não é nada esquisito e eu faço-lhe sinal para ir lá. Aproxima-se, o Simão levanta-se e cede o lugar e ele ajoelha-se e suga a cona já bem molhada da Raquel. Ouço os gemidos dela e saber que é o meu homem que causa aquilo dá-me um imenso tesão. Eu e o Simão observamos a cena. Dá-me sinal para me aproximar mas abano a cabeça em negação e digo que vou ficar apenas a observar. A Raquel já doida de tesão pede para a foderem e o José enterra-se nela até a fazer vir, ele agarra nela, põe-na no chão, inclina-lhe as costas dela para a frente e chama o Simão para ela lhe mamar o pau. Vejo e olhar de tesão do José e percebo que ele quer se esporrar, penso apreensiva pois acho que ele vai esporrar a cona de outra mulher mas vejo-o sair da cona e dar uma estocada forte no cu da Raquel, ela grita de prazer e a vibração da garganta dela faz o Simão se esporrar e o José enche-lhe também o cú de esporra. No final o José vem ter comigo beijar-me. Ofereço-me para preparar algo para o pequeno-almoço enquanto eles tomam um banho. Comemos e preparamo-nos para ir embora, a Raquel e o Simão levam-nos à estação de comboios e partimos já com saudades daqueles dois.


No comboio, o Simão senta-se do lado da janela e eu passo as minhas pernas por cima das dele e encosto-me no seu ombro. Tenho frio e arranjamos uma manta para nos cobrir, o comboio parte e ele adormece. Vou admirando a paisagem e quando o José acorda olha apra mim a sorrir, aproximo-me e beijo-o: “Amo-te José, fazes-me muito bem”. O beijo é terno, carinhoso e demorado. Sem parar de o beijar levo a minha mão as suas calças, abro o fecho e puxo o pau para fora, ele pergunta-me o que estou a fazer mas faço “shiuuuu” e começo a masturba-lo muito devagar para que ninguém perceba os meus movimentos debaixo da manta. Sinto a sua respiração ficar mais pesada e sei que o orgasmo se aproxima, nesse preciso instante paro. Ele gemes de frustração “Mariana…..não pares”, “já parei…se quiseres esporrar vais ter que ser tu a tratar disso”, “vá lá minha Deusa,  deixaste-me doido e agora não me queres fazer vir? Não faças isso”, “já fiz José, se quiseres te vir trata tu disso…ainda bem que tens ali um wc”. Ele respira fundo frustrado para que o teu pau baixe um pouco e o consiga guardar dentro das calças e levanta-se, eu deixo-o passar e vejo-o entrar no wc. Aguardo uns segundo e vou atrás dele, bato à porta e chamo por ele para saber que sou eu, abre a porta desconfiado, eu abro e fecho-a rápido para ninguém nos ver, viro-me de costas para ele, baixo as minhas calças e digo “esporra-me o cú José”, sem uma palavra ele tira o pau, com a mão põe-no de pé, cospe nele e aponta ao meu rabo e começa a enterrar, eu começo a gemer e ele tapa a minha boca com a mão. Começa a bombar e a dar estocadas e eu uso as minhas mãos para esfregar o meu clitóris e vimo-nos ao mesmo tempo. Tiro o teu pau de dentro de mim, visto as calças, arranjo-me e saio. Um minuto depois ele volta do wc para o seu lugar, encontrando-me sentada no meu lugar como se nada tivesse acontecido. Ele senta-se e puxa-me de volta para si “pões-me doida minha Deusa”, beijas-me e seguimos assim abraçado o resto do caminho.

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