terça-feira, 4 de abril de 2017

Pendentes



Tenho medo dos assuntos mal resolvidos...
ou que não foram resolvidos de todo!
Tenho medo dos meus desejos, dos meus pensamentos...
Tenho medo do que fantasio e das noites que sonho contigo!
Aqueles únicos momentos que me permito estar nos teus braços...
Aqueles momentos nunca inocentes em que te posso tocar, sentir...
Em que percebo o teu sabor, percebo o teu calor, o teu desejo...
Em que percebo que assim tão perto não te consigo resistir.

Sou fraca. Cedo. A minha luxuria chama por ti, por nós!
Quero que me beijes, que me abraces...
Que me dispas, que me fodas já aqui!
Que me deixes ensopar, como tu bem sabes que fico...
Toma-me, usa-me, abusa-me.
Sou tua. Entrego-me, redimo-me do meu arrependimento...

Tenho medo da minha inocência.
Tenho medo que tudo aquilo que quero e nos afasta, não seja forte o suficiente.
Tenho medo que, no fim, o nosso maior obstáculo sejas tu. Perdoa-me.
Tenho medo.

segunda-feira, 27 de março de 2017

Caso de uma vida, M. #36

no fim de semana seguinte, estavamos em tua casa e já perto da hora de jantar o teu tlm toca.
atendes, eu estou a ver tv e nem presto atenção. quando desligas pergunto-te quem era. pareces meio surpreso e dizes que era um antigo superior, que te deu formação. voces davam-se bem mas depois ele terminou o contrato e sair da vida militar e como ele vivia na madeira, tu nunca mais o viste. ele teve que vir ao continente e lembrou-se que tu vivias perto por isso lembrou-se de te ligar a convidar para jantar. tu disseste que estavas acompanhado mas para ele aparecer cá em casa.
eu: não te preocupes comigo José, vais jantar com ele e poem a conversa em dia, eu fico por aqui.
tu: sabes que não gosto de te deixar sozinha minha deusa.
eu: não sejas tonto José. se já não ves esse amigo há alguns anos e ele esta cá aproveita e sai com ele. divirtam-se. 
tu beijas-me e dizes que me adoras.
tocam à campainha, tu abres a porta e ele entra.
tu apresentas, "Mariana, este é o Paulo. Paulo, esta é a Mariana, minha noiva"
Paulo: Noiva?! a sério Silva?! quando disseste que estavas acompanhado pensei que era mais uma daquelas miudas com quem costumavas andar que nem valia a pena decorar o nome pois na semana seguinte já era outra!
eu rio-me. tu estás pronto para sair e eu digo para voces se divertirem.
Paulo: mas a Mariana não vem?
eu: nãooo, voces vão jantar e por a conversa em dia. divirtam-se
Paulo: nem pensar! eu chego assim do nada em cima da hora nao vais ficar sozinha! além disso, eu preciso conhecer a mulher que conseguiu por uma trela aqui ao José.
eu: mas tenho que trocar de roupa....
Tu: vai la Mariana, nós esperamos.
troco-me rapidamente, visto umas calças de ganga justas, uma camisa, sapatos altos, agarro no casaco e estou pronta para sair.. tu agarras a minha mão, entramos no carro e aproveitamos para o levar a comer uma francesinha. 
durante o jantar voces trocam várias histórias do tempo da recruta em que o Paulo faz questão de tentar gozar contigo já que era na altura teu superior.
Paulo: então, mas contem-me lá, como voces se conheceram?
trocamos olhares cumplices recordando aquela famosa e intensa noite que nos fez conhecer e rimo-nos.
tu: na verdade, foi por acaso. não temos amigos em comum mas aconteceu de frequentarmos os mesmos sitios e ela chamou-me atenção numa discoteca e eu tive que meter conversa com ela...e uma coisa levou À outra.
Paulo: pois, numa discoteca...isso já é tipico do José! o que não é tipico é esses casos duraram mais de 2 semanas José!
tu: desta vez, é diferente. cruzei-me com a pessoa certa e esse José passou à história. damo-nos muito bem, completamo-nos.
Paulo: vais dizer que agora quando vais para a discoteca não olhas prás miudas?
tu: na verdade, já poucas vezes vou a uma discoteca. não sinto necessidade disso pois sei que o que precisar ou quiser fazer, posso fazer com ela.
o Paulo está surpreso a olhar para nós.
tu: e tu Paulo, assentaste ou nem por isso? Sim Mariana, porque ele está aqui farto de me atacar mas ele fazia exatamente o mesmo!
Paulo: oh José...assentar...esquece isso. é dificil encontrar uma mulher que me entenda.
eu: és assim tão exigente?
Paulo: não sou exigente...mas tenho gostos muito peculiares que a maioria das mulheres tendem a não entender.
eu: como assim?
o Paulo solta uma gargalhada e diz-me: gosto de sexo intenso MAriana, e nem toda a gente está disposta a isso
eu: como não? toda a gente gosta de bom sexo...e que seja intenso! que piada tem algo morno?
Paulo: não estás a entender...quando digo que gosto de sexo intenso...quero dizer que gosto de foder. eu não faço amor. eu fodo. a sério.
eu engasgo-me com a bebida e começo-me a rir, "não me digas que propoes às miudas algum tipo de excetricidade?!
Paulo: não sou excentrico...digamos que me conheço bem, conheço os meus gostos e gosto de me levar ao limite para ter prazer, e levar tambem ao limite as mulheres. a vida militar assentou-me bem pois foi uma oportunidade de impor a minha autoridade, gosto de estar no comando e que as minhas ordens sejam acatadas, as coisas devem ser feitas à minha maneira, e isso aplica-se tambem no sexo.
eu: bem, mas isso não vai um pouco contra a noção de relação? é suposto as duas pessoas terem voz numa relação e os seus gostos, ideias e vontades sejam ouvidos, discutidos e acordados. tu pareces querer um pau mandado e...assim é normal que uma mulher não se sujeite a estar numa relação que a minimize.
Paulo (com um enorme sorriso na cara): tens razão Mariana, para uma relação funcionar as duas pessoas devem ter voz ativa....disseste muito bem. mas eu não estou a falar na globalidade de um relacionamento. eu estou a falar de sexo. apenas isso. sexo puro e duro. esta vontade de dominar aplica-se no sexo, não tem a ver com o dia a dia.
tu olhas para mim em silêncio, não conhecias estes gostos do Paulo mas deixa-te admirado todas as minhas perguntas a ele.
eu: mas isso é objetizar a mulher. tu queres alguém para te satisfazer como, quando e da forma que quiseres sem elas terem uma palavra a dizer? isso é veres as mulheres como um objeto, algo que serve apenas para teu prazer...
Paulo: não funciona assim. impor a minha vontade não implica ter carta branca para qualquer coisa que me passe pela cabeça. eu sei que é uma pessoa, uma mulher que está ali comigo. ha regras. há limites. mas depois desses limites estabelecidos EU é que decido como as coisas irão decorrer.
eu: desculpa Paulo mas...não vejo sentido. parece-me que queres uma boneca que te abra as pernas e nao reclame do que e como fazes as coisas...
o Paulo com um sorriso maroto diz-me: ficarias surpreendida com a intensidade do prazer que podes alcançar quando entregas os teus limites nas mãos de alguém...
pisca-me um olho e muda de assunto.
passo o resto da noite quase em silencio, a observar o Paulo e falando apenas quando me perguntam algo. perguntas-me ao ouvido se estou bem, eu beijo-te e digo que sim.
o paulo tem voo no dia seguinte e vai ficar num hotel e tu insistes para ele ficar lá em casa, que podemos perfeitamente abrir o sofá e escusa de ir para um hotel. ele acaba por aceitar. ficamos ainda um pouco à conversa na sala a beber mais um copo mas depois decidimos nos ir deitar. eu continuo muito calada, tu sentas-te na beira da cama, puxas-me para ti e perguntas "que se passa Mariana, estás tão calada!"
eu: nada meu amor, estou bem
tu: Mariana, eu conheço-te...o que se passa?
eu: fiquei intrigada...aquela conversa do Paulo...
tu sorris "intrigada?...ou curiosa?"
eu fico corada "fiquei curiosa com o que ele disse"
tu: "queres fode-lo?"
eu coro: "José! não! só fiquei a pensar no que ele disse sobre o prazer que se pode ter ao entregar os limites a alguem, não te parece ridiculo?"
tu: "porque não vais descobrir?"
eu: oh José, para la com isso.
tu: "queres dizer que se eu levar estes dois dedos ao teu monte de venus não o vou encontrar molhado por causa do que o Paulo disso?
eu fico ainda mais corada e atrapalhada: "Di-o-go...." começo a rir... "fiquei curiosa sim...mas..não sei...fiquei com tesão mas parece-me sem sentido, parece um discurso machista e não sei porque mexeu comigo"
tu beijas-me e dizes "vai descobrir, se precisares de mim, estarei por perto"
eu saio do quarto e aproximo-me da porta da sala. coloco a mão na maçaneta mas não sinto coragem de a abrir. vou até ao wc e vou tomar banho. enquanto sinto a água a percorrer o meu corpo vou pensando mais e mais naquelas palavras dele, sinto-me inquieta e sei que tenho de descobrir.
saio do banho, enrolo-me na toalha e vou à sala. bato à porta, abro um pouco. o Paulo está acordado a ver tv, eu entro devagar
eu: "desculpa Paulo, vi que ainda estavas acordado e antes de me ir deitar resolvi confirmar se não precisavas de nada"
ele, ainda sentado no sofá, fica um pouco inquieto ao ver-me ali à entrada só de toalha. entro mais um pouco na sala
Paulo: "obrigada Mariana, por acaso estava a pensar tomar um banho antes de dormir e estava a pensar onde voces teriam as toalhas"
eu vou entrando na sala até ficar à sua frente. "temos no armário do wc, tens lá toalhas lavadas e podes usar à vontade. precisas de mais alguma coisa?"
nessa altura já estou mesmo a sua frente, algumas gotas de água escorrem do cabelo pelo meu corpo, vejo o Paulo fixar o olhar pelo meu corpo e abana a cabeça a responder-me que não. eu afasto ligeiramente as pernas, a toalha abre ligeiramente deixando quase a totalidade das minhas pernas À sua vista e, num tom de voz meio sussurrado "tens a certeza que não precisas de mais nada Paulo?"
vejo-o fechar os olhos e suspirar "Mariana....."
dou mais um passo na sua direção ficando praticamente entre as suas pernas. ele aproxima a mão das minhas pernas e toca-me na parte de dentro da coxa, logo acima do joelho. sobe um pouco a mão e eu sinto um calor invadir o meu corpo.
eu: "testa-me"
Paulo: "Mariana...para"
eu "testa os meus limites" aproximo-me ainda mais dele fazendo com que a mao dele, que estava na minha coxa, toque os lábios da minha cona. ele sente-me quente e molhada. como se tivesse sido picado ele tira a mão rapidamente e diz "Mariana, não...não posso fazer isto com o José!"
eu: "e quem achas me me disse para vir aqui Paulo?" deixo cair a toalha no chão mostrando-lhe o meu corpo. ele para uns segundos para me observar. levanta-se num apice e começa a andar à minha volta, o seu andar é autoritário. cheira o meu cabelo e pergunta "tens a certeza que queres testar os teus limites", olho-o nos olhos para o provocar e digo "tenho a certeza", ele sorri e diz-me "olhar no chão Mariana, a não ser que eu te autorize a olhar para mim, entendido?" aceno com a cabeça que sim e olho para o chão. ele agarra o meu cabelo com força, expoe o meu pescoço e sente o cheiro da minha pele. morde-me a orelha, eu arrepio-me e ele pergunta-me: "algum limite que deva conhecer?", eu digo-lhe "nada de sexo anal...é algo que apenas faço com o José". ele passa a mão pelas minhas nádegas. "é uma pena mas...tudo bem. algo mais?", aceno com a cabeça que não "só tenho uma regra...vais dizer STOP se quiseres parar, qualquer outra palavra que digas não irei cumprir, entendido Mariana?" a minha mente está a ferver de curiosidade e digo-lhe que entendi.
ele despe-se completamente e vejo que o seu pau começa a ficar duro, avanço na sua direção para agarrar aquele pau. num gesto rápido ele segura o meu pulso e ri "ah nao Mariana. quieta. fazes o que eu te disser para fazer, caso contrario ficas quieta." sinto-me frustrada mas ao mesmo tempo aquilo faz a minha cona saltar.
ele passa as mãos pelo meu pescoço, desce pelas minhas costas e desce para as nadegas, o seu toque suave faz-me arrepiar mas depois sinto uma palmada forte nas nadegas e a surpresa faz-me gritar. alguns segundos de pausa e sinto uma nova palmada na outra nadega, esta mais forte, faz a minha nádega queimar. ele deixa a sua mão na minha nadega e acaricia-a. sinto o corpo dele junto ao meu e a voz dele no meu ouvido "recordas-te da minha regra Mariana?", "sim, recordo-me"...ele sorri e afasta-se do meu corpo. sinto uma nova palmada em cada uma das nádegas e surpreendo-me como a cada uma delas a minha cona fica a ferver. os sons que solto a cada palmada estão a tornar-se em gemidos. o Paulo desce com a mão das nadegas para entre as minhas pernas e toca no clitoris, esfrega-o...eu gemo e quando penso que os seus dedos vão entrar em mim ele para.
ele esfrega os dedos melados nos meus lábios e deixa-me sentir o meu sabor e logo de seguida sinto a sua boca a sugar a minha. ele morde-me os lábios e a lingua e invade a minha boca. a boca dele desce para as minhas mamas e suga-me os mamilos, puxa cada um deles com os dentes com força, sinto dor enquanto ele, sem os largar, desliza novamente os seus dedos para a minha cona e esfrega o meu grelo. sinto como se ele fosse arrancar os meus mamilos mas quando sinto os dedos dele entrarem em mim o meu gemido é audivel e prazeroso. ouves no quarto e decides te aproximar da sala para me veres, mas sem entrar.
ele diz-me "ajoelha-te" e eu assim o faço. o Paulo enrola o meu cabelo na mão e empurra a minha cabeça em direção ao seu pau. abro a minha boca e sinto entrar. os movimentos são controlados pela sua mão que me força na sua direção e pelo pau que fode a minha boca. ele fode-me a boca com força como se tivesse a foder-me a cona. o pau dele fica cada vez maior e grosso e algumas vezes fazem-me engasgar. ele afasta a minha cabeça e um longo fio de baba liga-me ao seu pau. o Paulo pergunta-me "devo parar Mariana?" abano a cabeça em sinal negativo, estou a sentir uma tesão e um fascinio por aquilo que não consigo explicar. ele volta a puxar a minha cabeça na sua direção e afunda o pau na minha boca. a cabeça toca a minha garganta e ele segura a minha cabeça com o pau enterrado, diz-me "olha para mim". levanto o meu olhar para o Paulo, olho-o nos olhos, sinto o meu ar terminar e a sua mão a prender-me, lágrimas rolam pela minha cara e o Paulo tira o pau da minha boca. respiro aflita mas de novo abro a minha boca para o receber de novo. vejo o tesão refletido no olhar do Paulo e vejo-te atrás da porta a observar-nos e a esfregar o teu pau. isso deixa-me ainda com mais tesão. o Paulo volta a enterrar o pau na minha boca com força e mais uma vez engasgo-me. 
o paulo senta-se no sofá e diz-me para ir até ele. preparo-me para me sentar no seu colo mas ele ri-se e diz-me "nahhhhh, vais deitar-te aqui, sobre as minhas pernas, rabo para cima" eu solto uma gargalhada e digo "isso não é muito estilo colegial?", ele responde "talvez....mas é o que eu quero" aquelas ultimas palavras são bem acentuadas soando já a autoridade. eu percebo e isso faz-me a cona formigar. faço o que me diz e deito-me sobre as suas pernas.
ele agarra nas suas sapatilhas, tira-lhes os atacadores. "mãos atrás das costas", e usa-os para prender os meus pulsos.
as suas maos afastam as minhas nadegas e ele esfrega o meu clitoris. eu gemo. os meus movimentos são lentos e o meu tesão é tal que só me apetece ser fodida. ele aperta as minhas nádegas e dá uma palmada forte nelas. grito. ele usa uma mão para esfregar a minha cona e a outra para continuar com palmadas em cada uma das minhas nádegas. sinto-as ferver mas não paro de gemer.
Paulo: "percebes o que está a acontecer Mariana?
eu gemo eu resposta
Paulo: "percebes como te estou a usar como quero e me apetece? percebes que estás a fazer o que eu quero, como eu quero, que não te deixei ter uma voz ativa e....ainda assim estás a gemer e cheia de vontade que te foda?
eu: simmmm
Paulo: percebes que o teu corpo é um objeto com buracos para eu usar para meu prazer? percebes que te estou a usar como usaria uma puta para meu prazer?
a minha cona salta e gemo mais alto
Paulo: hummmm Mariana, Mariana...como esta cona saltou...gostas que te use como uma puta?
os seus dedos enterram-se mais em mim e eu grito um gemido que diz simmmmmmmmmm
ele levanta-me e diz-me para me por de joelhos no sofá e coloca-se atrás de mim. sinto o seu pau roçar a roçar no clitoris e abro-me bem para ele. ele roça a cabecinha no clitoris e diz-me "queres que te foda Mariana?!
eu: quero
Paulo: pede-me
eu: quero que me fodas
paulo: não foi um pedido
eu: fode-me paulo
Paulo: anda, pede puta, pede
eu: pf Paulo FODE-ME
sinto a sua boca sugar o meus pescoço e os seus dentes a marcarem-me e sinto-o enterrar-se em mim numa estocada forte, ele segura o movimento lá em cima e sai devagar. ele entra novamente em mim com força, movimenta a anca e empurra-se todo para dentro de mim. sinto a dor do pau dele contra o meu utero e quando abro a boca é um gemido descontrolado que sai. o meu corpo começa a tremer e ele para. "Não Mariana. Vens-te quando eu te disser!
eu: "não pares..."
Paulo: "não te podes vir". concordo com a cabeça.
ele começa novamente a foder a minha cona, agora num ritmo mais lento e regular, por vezes saindo de dentro de mim e usando apenas a cabeça do pau para me foder. eu gemo frustrada
Paulo: que foi Mariana
eu: aiiii enterra-te todo em mim
Paulo: queres a minha piça toda puta?
eu: enterra-o todo pf
uma das suas mãos agarra o meu cabelo puxando-o para trás, na sua direção, sinto-o enterrar-se todo na minha cona com força, abro a boca mas o meu gemido é abafado quando sinto a sua mão a apertar a minha garganta. Ele alivia-a de imediato enquanto sai de dentro de mim e volta a aperta-la ligeiramente ao mesmo tempo de uma nova estocada. uma...outra vez. sem conseguir gemer sinto que toda aquela tesão está acumulada dentro de mim e o meu corpo treme a cada estocada dele, tenho que me controlar pois quero explodir. os seus dentes puxam o meu lobulo e ouço-o "vem-te mariana... sê uma puta bem mandada e vem-te". sinto a mão dele libertar a minha garganta e finalmente consigo fazer-me ouvir e gemo...iuvo de tesão enquanto o meu corpo treme descontroladamente e explodo num intenso orgasmo. "isso putinha".
não consigo falar, a minha respiração está descontrolada e o Paulo continua a foder-me freneticamente. 
consigo dizer-lhe "esporra-me". vejo um sorriso na sua cara, ele em movimentos rápidos levanta-se, puxa-me pelos pulsos presos e faz-me sair do sofá e ir para o chão.
Paulo: "ajoelha-te. boca fechada". ele segura-me pelo cabelo para se certificar que o olho nos olhos. ele masturba-se com a outra mao com o pau mesmo por cima da minha cara. "toma a minha esporra puta". os seus jatos cobrem a minha cara e sinto-a começar a escorrer. ele urra e usa o pau para espalhar a sua esporra pela minha cara. "abre a boca Mariana. limpa-me" obedeço e limpo toda a esporra do seu pau com a minha lingua e lábios. lentamente ele larga o meu cabelo e larga o pau.
afasta-se até ao seu casaco, tira lenços de papel do bolso, limpa a esporra que me caiu dos olhos. liberta as minhas mãos e entrega-me o lenço para que acabe de me limpar.
ele senta-se no sofá cansado e puxa-me pela mão para o seu lado. ele olha-me sem dizer nada. eu sorrio
eu: que foi?
Paulo: pensei que tu e o José iam casar
eu: e vamos!
Paulo: pensei que isso era sério
eu: e é!
Paulo: então como explicas isto? como voces podem dizer que assentaram se continuam a foder com outras pessoas?
sorrio: é a minha vez de dar explicações? nós nao andamos a foder com outras pessoas....quer dizer, andamos. mas é diferente. falando por mim e sei que tambem falo pelo José, antes de nos conhecermos nós tinhamos a ansia da caça, do engate. nós não acentavamos por nao termos conhecido alguem que nos completasse e porque queriamos carne fresca, sexo com alguém novo, diferente, facilmente nos aborreciamos. eu e o José complementamo-nos. Sim, fodemos com outras pessoas mas sempre com conhecimento e certa participação do outro. nada disto acontece às escondidas do outro. por mais curiosa que tenha ficado com a tua conversa, se o José não tivesse bem com isto que acabou de acontecer...eu não teria vindo. foi uma experiencia diferente mas o que intensificou tudo muito mais foi ver o José ali à porta a ver-nos foder.
o Paulo faz uma cara surpresa e espreita a porta, eu continuo
ele já aí não está. voltou para o quarto assim que terminamos.
Paulo: voces são doidos
eu a rir: talvez...mas o importante é que somos doidos juntos. que é o que deverias procurar Paulo, alguém que seja doida contigo porque, na verdade...o que fazes aqui...é muito bom. - pisco um olho, levanto-me, agarro a minha toalha caida no chão, e dirijo-me à porta.
paulo: Mariana?
eu: sim?
Paulo: aconselho-te a por um creme nessas nádegas, entusiasmei-me um pouco
olho-as e vejo-as vermelhas e a arder "obrigada". e saio em direção ao quarto.
entro devagar.recordando tudo o que acabou de acontecer não sei qual será a tua reação. vejo-te nu, encostado na cama e sorris quando me vês.
tu: "vem cá minha Deusa". 
subo na cama, caminho para ti de gatas. aproximo-me e beijo-te. puxas-me pelas coxas e fico ajoelhada à tua frente.
tu: cansada?
eu: bem disperta...
Passas as mãos pelo meu rabo e eu contorço-me, a pele está sensivel. sobes pelas costas, acaricias o meu pescoço, beijas-me a barriga e agarras as minhas mamas com força, gemo baixinho. sinto o teu pau começar a crescer entre as minhas pernas.
tu: "levanta-te Mariana"
assim faço e tu puxas-me para ti e enfias a cabeça entre as minhas pernas. afasto-as e dou-te acesso ao meu monte de venus. a tua lingua explora-me e o meu mel escorre para a tua cara. deslizas a tua lingua desde o meu grelo ao meu rabo saboreando cada bocadinho meu. sugas o meu grelo e sentes-me vir na tua boca. puxas-me para o teu colo, agarras-me e fazes-me rolar na cama ficando por cima de mim. as minhas pernas envolvem-te e beijo-te para sentir o meu sabor na tua boca
tu: experiencia interessante aquela?
eu: muito interessante. gostaste de ver?
tu: adorei...mas acho que não tanto quanto tu gostaste do Paulo!
eu: José! - puxo-te para mim com as pernas e faço-te roçar na minha cona
tu: gostas-te mesmo da experiencia? ou foi algo a não repetir?
eu: gostei sim, foi intenso...muito intenso José
tu: portanto, gostaste de ser uma putinha? - perguntas enquanto roças o teu pau na minha cona e beijas o meu pescoço - gostas-te de ser usada?
estou com ar embaraçado por admitir mas digo-o: gostei sim
mordes os meus lábios e dizes-me sussurrado: agora vais ser a minha putinha Mariana. fiquei cego de tesão ao ver-te deixar o Paulo abusar de ti e ouvir-te gemer daquela forma...a minha vontade era entrar naquela sala e abusar desse cu...
essas palavras já me enchem de tesão e o teu pau a roçar em mim já me fazem gemer.
eu: abusa agora dele José. fode-me.
tu: "abre esse cu para mim Mariana"
eu afasto as minhas nadegas, sinto-te encostar nele e enterraste de uma vez. solto as minhas nádegas para te sentires mais apertado. beijas-me e começas a bombar no meu cu com força.
tu: vou-te comer assim Mariana. vou foder o teu cu, vou abusar dele e usa-lo até me esporrar nele. não quero saber do que tu queres, vou usa-lo para me esporrar, ouviste Mariana?
eu: usa-me José. nao sou a mariana, sou uma puta para usares.
beijas o meu pescoço e vez a marca dos dentes que o Paulo deixou
tu: deixaste-o marcar-te! sua puta! só me apetece foder-te ainda mais
eu: sou a tua puta José! fode-me! usa-me!
sinto o meu cu ser arrombado pela força das tuas estocadas, ouço-te gemer, mordes o meu labio, gritas "MINHA PUTA" e esporras-me o cu.
sinto-me inundada e a tua esporra começa a escorrer. deixas o teu corpo cair na cama, puxas-me para os teus braços, beijas o meu cabelo e dizes "amo-te", respondo-te "eu tambem", e adormecemos.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Apetites...

dedicado a um cabeludo que me inspirou estes desejos...

meu deus... Tão delicioso! Que vontade de me abrir para ti...
de deixar os teus lábios saborear em os meus mamilos...
de deixar os teus dedos sentirem a minha humidade e senti-los entrar em mim...
que vontade de te Ver  prova-los para saboreares o meu sabor...
que vontade de morder a tua língua...
de enlaçar as minhas pernas na tua anca e puxar-te para mim enquanto te peço "fode-me"...
que vontade que me prendas as mãos acima da cabeça e me olhes nos olhos enquanto entras em mim...
de te sentir morder me os bicos e sentir te rolar a anca para entrares em mim... uma... outra vez...
de te pedir mais... mais forte... mais fundo...
de entrares em mim com tanta intensidade como se a nossa vida dependesse disso...
de não evitar gemer cada vez mais alto...
de agarrar no teu cabelo enquanto sinto o meu corpo estremecer de prazer
de sentir libertares o teu prazer deixando-me inundada de Ti...

que vontade!



quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Oportunidades...



Aproximei-me da casa onde sabia que estava o Xavier. Embora me tivesse dito que precisava trabalhar estava ali tão perto que não resisti a visita-lo e conhece-lo.

Passo o portão aberto, sento-me no muro ensolarada enquanto penso naquele momento. Depois de tanta troca de fotos e mensagens sei o que implica estar ali. Pesa-me a consciência pelo pecado eminente. Não há volta atrás ao que estou prestes a fazer. Sei as consequências para o meu casamento se for descoberta.  Agarro no telemóvel para ganhar mais tempo e vejo o nome dele no ecrã. Penso nas coisas que já dizemos e quanta tesão me deu....que se foda!

Aviso-o que estou cá fora para lhe fazer uma visita. Vejo-o cruzar a porta e sorrir quando me vê. Ele aproxima-se de mim e recebo-o à minha frente entre as minhas pernas. Por segundos apenas nos olhamos hipnotizados. Ele passa o dedo ele carinhosamente pelo meu rosto, como se quisesse ter certeza que estou mesmo ali. O toque dele endurece enquanto me percorre ascendentemente o meu rosto até agarrar a minha nuca com força e sentir a sua lingua invadir a minha boca, sinto sofreguidão no nosso beijo pelo momento tão desejado. Ele agarra-me pelo quadril e levanta-me na sua direção, prendo as minhas pernas na sua cintura e ele leva-nos para dentro e casa deitando-me na sua cama.

As nossas bocas não se largam e as nossas línguas dançam uma na outra de desejo. Ele beija-me o pescoço enquanto as suas mãos percorrem o meu corpo e começam a levantar a minha camisola. Sem soltar a sua boca pergunto-lhe:

"Não tens trabalho para fazer?"
"Que se foda o trabalho. Já errei uma vez e deixei-te fugir. Desta vez não me vais escapar!"

Levanto os meus braços acima da cabeça enquanto ele tira a minha camisola e tiro também a dele. Puxo-o para mim para sentir o seu peito no meu. A pele dele queima e eu sinto o tesão por aquele corpo incendiar-me.
Abro as calças dele e com as pernas faço-as sair. Ele baixa-se sobre o meu corpo beijando-me a barriga enquanto despe as minhas calças e cuecas e inclina-se para a minha cona. Contrariando o seu movimento agarro os seus braços e puxo-o para mim. Trago o rosto dele para bem perto do meu, olhamo-nos olhos nosso olhos e encaixo o meu quadril na sua direção fazendo o meu clitóris roçar no pau já bem duro. Sussurro-lhe “quero-te sentir dentro de mim”. Ele abre a gaveta da mesinha de cabeceira pegando num preservativo. Eu tiro-o das suas mãos, evitando que o abra e digo “fode-me assim, deixa-me sentir a tua carne”. Vejo no seu olhar um brilho de  tesão e sinto-o encontrar a piça no meu grelo e começar a entrar em mim num movimento tão lento que sinto a minha cona a abrir para aquele pau. Fecho os olhos e gemo ao sentir-me preenchida por aquele caralho duro. Ele sai e volta a entrar dentro de mim num movimento lento, o meu corpo estremece. Ele volta a sair e desta vez entra numa estocada forte. Ele sela o meu gemido ao afundar a sua boca na minha. O ritmo dele é lento mas entra em mim cada vez com mais força fazendo-me sentir o pau chegar ao fundo da minha cona. Sinto a sua boca nos meus mamilos, primeiro a  suga-los, depois os seus dentes a envolve-los e a puxa-los. Grito de prazer e cravo as minhas unhas nas suas costas em reação. Sinto o meu gozo se aproximar e ele para e pede-me para me virar ao contrário.

Rolo na cama, aproveitando para colocar a almofada para por baixo da barriga. Sinto uma palmada nas minhas nádegas. Sinto o corpo dele sobre o meu e ele mete a pontinha do pau dentro de mim. Afasto bem as minhas pernas enquanto ele brinca com a entrada da minha cona. Peço-lhe mais, peço-lhe para se enterrar todo mas ele nega. Devagar…só com a cabecinha…começo a implorar. O tesão faz-me sentir a cona doer e preciso daquele pau todo dentro dela. Ele dá-me outra palmada nas nádegas e sem aviso enterra-se com toda a força na minha cona. Agora em movimentos mais rápidos, ele puxa o meu cabelo para trás e morde-me o pescoço.

O meu gozo volta a aproximar-se e eu peço-lhe:
“Não pares Xavier, não pares”
“Assim venho-me dentro de ti!”
“Não pares então”.

Oiço os seus gemidos e o meu corpo estremece. De forma involuntária começo a gemer e a gritar o seu nome enquanto me começo a vir. Gemo e gemo e grito e grito de prazer. Percebo que nunca gemi daquela forma e não consigo parar…..AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH.


Abro os olhos em sobressalto, levanto-me da cama, a respiração ofegante e a pulsação descontrolada. Olho à minha volta, vejo a minha cama, o meu quarto e percebo que foi um sonho…

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Lições de Vida


Há duas lições tiradas desta experiência.

Primeira... não devemos deixar histórias mal resolvidas no passado.
Segunda... homens não devem chatear as suas namoradas e depois deixa-las ir beber sozinhas.

O que poderia ser um simples e calmo jantar de aniversário de uma amiga na companhia do namorado, depois de uma discussão tornou-se numa oportunidade de matar saudades dos amigos e cair na noite a beber e a dançar até cair.. Durante anos o Pedro foi um grande amigo e companheiro das noitadas, aquele amigo que passávamos o tempo a brincar e a provocar mas que nunca ultrapassamos essa linha em nome da amizade. Revê-lo, e estar ali...sozinha e chateada...trouxe à memoria toda a diversão que costumávamos ter no passado. Em honra dos bons velhos tempos o jantar foi recheado de bebida, o que continuou na discoteca.

Os brindes constantes e a música alta deixaram-nos libertos, sem pensar nas consequências dançamos, agarramo-nos e sussurramos palavras ao ouvido até o primeiro beijo inevitavelmente acontecer. E aquele beijo fez-me sentir por todo o corpo o tesão que guardamos e acumulas durante tantos anos. As nossas bocas tiveram dificuldade em largar-se e as mãos começaram a percorrer o corpo um do outro.

Saímos da discoteca sem ninguém nos notar e encaminhamo-nos para o carro. Deslocamo-nos apenas para um lugar mais discreto. A caminhada permitiu voltar um pouco à sobriedade e assim que entramos no carro resisti aos seus beijos. O tesão que me percorria e o corpo do Pedro tão próximo do meu toldavam o meu raciocínio e de cada vez que tentava pensar na pessoa a quem devia alguma consideração, rápidamente me lembrava do motivo que me fazia estar ali sozinha.

Quando o Pedro agarra a minha mão, leva-a dentro das suas calças e eu sinto a grossura daquele pau...deixo de pensar. Os meus instintos fazem-me puxar aquele pau para fora e começar a massaja-lo. Lembro-me de me admirar com o tamanho e grossura daquele pau e ainda mais conforme ele foi crescendo na minha mão. Esfreguei a cabecinha e deslizei a mão por ele para sentir as veias ficarem salientes. As suas mãos abriram as minhas calças e fizeram-nas descer juntamente com as minhas cuecas. Quando os seus dedos tocam a minha cona eu solto um suspiro. Afasto as minhas pernas e ele vem para cima de mim, beija-me e encosta-se a mim enquanto sinto o caralho dele encostar nos lábios da minha cona. Ele faz a cabecinha encostar e deslizar neles e a minha ansia faz-me enrolar as minhas pernas na sua cintura e puxa-lo para mim. Sinto-o entrar, calmamente e eu gemo na sua boca. Os seus gemidos, quase tão altos como os meus enchem-me ainda mais de tesão...peço-lhe para aumentar o ritmo e grito quando atinjo o orgasmo. Quando relaxo ele sai de mim e eu corro a levar a minha boca ao seu pau. Sinto o meu sabor nele, e o quanto ele está quente. Tomo-o na minha boca e engulo-o todo fazendo-o vir-se em minutos. Caímos no banco relaxados. Despedimo-nos com a promessa que continuaríamos amigos...

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Café com Natas #2



Ficamos parados ofegantes, o Rafael ainda de pé à minha frente com o caralho dentro de mim a começar a escorrer, calças no chão, camisa meia aberta, eu saia na cintura e...café ainda por tomar ali ao meu lado. Começamos a rir pelo momento impulsivo que acabara de terminar. Ele veste-se e senta-se na sua cadeira. Eu volto a cruzar as pernas para guardas nas 'natas' e, finalmente tomo o meu café.

Quando termino, vamos para a sala da receção onde ele estendeu uma manta no chão com algumas velas para nos acomodar. Confessa-me que tinha planos bem mais românticos que uma rapidinha na secretária mas não nos conseguimos aguentar, ele aproxima-se e tira os meus sapatos, sobe com as mãos pelas minhas pernas e tira o meu vestido e eu vou despindo-o também. Depois de nús ele diz-me para me deitar de barriga para baixo, sobe no meu quadril e despeja umas gotas de óleo pelas minhas costas e começa a massajar. As suas mãos firme sobem até ao pescoço, ombros e deslizam pela espinha até ao rabo fazendo-me arrepiar, vai descendo e massaja também as minhas nádegas, prendo a respiração em antecipação e ele desce pelas minhas pernas, até aos tornozelos...e quando o começo a sentir começar a subir vou afastando as minhas pernas. Ele massaja os gémeos, e sobe pelas coxa...o seu polegar em torno das nádegas, afasta-as e aproxima-se de mim. Empino o rabo e sinto a sua língua tocar os meus lábios e fura-los para encontrar o meu clitóris. Estou a gemer e a empinar bem o rabo para ele chegar bem fundo. Ele sobe com a língua, passa pelo meu rabo, passa pelas costas e vem até ao meu pescoço. Sinto o seu corpo encostar no meu, as suas pernas entre as minhas, o peito a deslizar com o oleo nas minhas costas. Ele beija o meu pescoço e a minha boca procura a sua enquanto o sinto entrar em mim lentamente. A minha cona está ansiosa e gemo com o seu toque. Sinto-o entrar e sair de mim com suavidade e os beijos beijos e língua pelas minhas costas. Ele pára e rolo-me de frente para ele, envolvo-o nas minhas pernas e puxo-o para mim para receber as suas estocadas, agora mais vigorosas. Ele desce sobre as minhas mamas e chupa os meus mamilos e sente o meu orgasmo, beija-me a boca e dá-me o seu orgasmo.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Emanuel

 
O Emanuel despertava em mim um fascínio inexplicável. Talvez pelo seu físico catita misturado com um ar frio  e azul mas que me arrebatava na cama.


O seu corpo excita-me e tem um daqueles paus que adoro chupar. Adoro colocar a língua de fora sentindo-o brincar com o pau fazendo-o bater na minha cara enquanto sei que me observa, com gestos suaves corro atrás do seu pau com a minha língua e ia chupando a cabeça e lambendo-o. Logo sentia vontade de mais e agarrava o pau para o massajar enquanto o engolia todo na minha boca. Os gemidos que ele soltava quando o pau tocava na minha garganta deixavam-me ainda mais excitada. Acalmava em seguida, ia lamber-lhe as bolas deixando-as bem molhadas com a minha saliva e depois massajava-as com a mão, continuava a chupar o pau, molho-o todo e depois olha-lo enquanto faço a pele dele subir e descer com a minha mão.

A minha cona pulsava de tesão e eu não podia esperar mais. Subo nele direccionando a minha cona no seu pau e aproximo a minha cabeça da dele, não o beijo, permito-me apenas ficar a observar as suas feições do que lhe ia fazer. Deixei a minha cona pousar no seu pau e ele alinhando na brincadeira faz o caralho roçar em todo o meu clitóris sem me penetrar. O simples toque daquele pau que já estava a desejar há tanto tempo faz descontrolar a minha respiração. Ele tenta me penetrar com os movimentos do seu corpo mas acabo por lhe fugir até não resistir mais, e deixo-o enterrar-se todo. Penetra-me apenas com a pontinha e eu sinto o calor de tanto tesão invadir-me o corpo. Ele alterna os movimentos roçando o meu clitóris e metendo dentro de mim. Sinto o orgasmo bem perto... O Emanuel empurra-me para trás agarrando-me pelas mamas e eu aumento o ritmo com que o cavalgo. Faço-o intensamente até trazer o orgasmo que sinto cada vez mais perto. Ouço-o dizer que desta forma não se conseguirá controlar mas eu não consigo parar...e ele também se vem. Faço pequenos movimentos com a minha cona ao longo do pau dele deliciada com as suas expressões de prazer.

Acendemos um cigarro e eu adormeço enquanto ele regressa ao trabalho.

Café com Natas


Desejava conhece-lo. As suas palavras juntavam um misto de carinho com tesão e durante dias me senti tentada. Afinal o convite era só para um café...com natas!

Estou de vestido e sapatos altos. Entro no seu escritório mas o Rafa ainda há umas tarefas a terminar. Enquanto falamos ele senta-se ao computador e fala-me de si e do seu trabalho. Sento-me em cima da mesa ao seu lado, cruzo a perna para o vestido subir e mostrar mais das minhas pernas.

Ele oferece-me um café, espero na sua mesa enquanto o vai buscar. Ele regressa e aproxima-se para me entregar o copo, vejo os seus olhos percorrerem-me o corpo e prenderem-se nas pernas. Ele, de pé à minha frente, vai aproximando-se mais e mais. Olho-o nos olhos...desperta-me a vontade de o beijar...e sinto a sua mão na minha coxa a subir muito lentamente. Aproxima-se mais um pouco e os nossos lábios tocam-se...

Todas as calmarias e ternuras se dissipam naquele momento, estamos sedentos. Ele agarra o meu pescoço e invade a minha boca, as línguas enrolam-se enquanto afasto as minhas pernas e as encaixo à volta  da sua cintura. Puxo-o para mim enquanto atrapalhadamente tento abrir as suas calças. As suas mãos puxam-me para a beira de secretária e entra em mim. Huuuuummmmm eu gemo, as suas calças caem a seus pés. Não largo a sua boca e sinto as suas estocadas fervorosas que nos fazem vir em minutos...



(continua)

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Caso de uma vida, J. #35


Entramos no quarto e ela diz-me “Foste uma peste José”, abraço-a com um sorriso “E vais continuar a ser castigado. Deita-te José.” Assim o faço. Ela vai à mala, tira um vibrador, senta-se na minha cara e manda-me mamar-lhe a cona enquanto sinto a sua boca em volta do meu pau. Sinto os tomates a querer explodir todo este tesão que tenho acumulado. Ela percebe e para de me mamar mas continua a esfregar a cona na minha cara e vem-se. Levanta-se, deita-se à minha frente e usa o vibrador para se começar a masturbar, eu estou a ferver e só me apetece fodê-la toda! Tento levantar-me na sua direção mas ela espalma um pé no meu peito para me prender ali e vai deslizando até ao meu pau e faz-se vir novamente. Eu vejo-a ali a gemer e a contorcer-se e perco a cabeça, levanto-me furiosamente, agarro as suas mãos, coloco-me entre as suas pernas e digo “Já chega Mariana, estou louco de tesão”, ela sorri envolve as suas pernas na minha cintura e diz-me “ok amor, vamos lá fazer-te vir então”, a minha boca agarra a sua e entro nela violentamente e fodo-a sem parar. Sinto-a tão quente e sinto os meus tomates tão cheios que não me aguento a esporrar-me logo de seguida e inundo-lhe a cona, consigo sentir os meus jatos encherem a sua cona e deito tanto que começa logo a transbordar. Caio ofegante e beijo-a.

A Mariana ainda muito divertida, pede-me para ir chamar a Raquel e o Simão. Quando regressamos ela diz-lhes “Uma vez que se portaram bem, se a Raquel limpar aqui a esporra do José, eu deixo-vos vir”, entrega-me a chave do cinto da Raquel e pede-me para o tirar. Vejo a Raquel apressar-me a pôr-se de 4 na cama e começar a chupar a cona da Mariana e o Simão coloca-se logo atrás dela a fode-a. Vejo a minha esporra a ser tirada com a língua daquela cona, com o Simão a dar estocadas fortes na Raquel que a fazem enterrar a cara toda na cona da Mariana a o meu caralho desperta novamente, começo a masturbar-me vejo-os aos três e virem-se quase em simultâneo e fico louco, agarro o meu pau e despejo-me novamente na boca da Mariana e deliro ao vê-la saborear a minha esporra.


Caso de uma vida, M. #34


Depois do almoço vamos visitar a irmão do José que já não vemos à algum tempo e ele convida também o Simão e a Raquel. Quando nos preparamos para sair eles vêm ter connosco com ar maroto e dizem que têm algo para mim. Mostram-me um pequeno vibrador em forma de ovo e dizem que terei de sair com ele dentro de mim, na outra mão o Simão tem um comando que controla o vibrador. Diz para me deitar na cama e entrega o ovo à Raquel. Ela baixa as minhas cuecas, afasta os lábios com as mãos dela e aproxima a boca dela do meu clitóris, lambe um pouco apenas para ficar lubrificar. Os homens observam-nos e vejo que o José começa a ficar com tesão. A Raquel enfia o vibrador dentro da minha cona e o Simão aproveitando aquela posição da Raquel debruçada chega-se atrás dela passando a mão pelas nádegas dela diz “não te ficas a rir…tenho um para ti também” e mostra um outro ovo. Entrega-o ao José e diz para o por dentro da Raquel. Ele baixa as cuecas dela, baixa-se atrás dela e começas a sugar aquela cona demoradamente, a Raquel começa a gemer e o Simão reclama “então pah, é só para lubrificar”, “desculpa Simão, não resisti, a Raquel hoje está bem doce”, o Simão dá-lhe um toque no braço para se afastar e debruça-se atrás da Raquel e lambe-lhe também a cona, levanta-se e diz que ele tem. Enfiam o ovo na cona da Raquel e acabamos de nos vestir. Para tornar aquilo mais interessante o Simão dá o comando da Raquel ao José e e ele fica com o meu.

Chegamos a casa da sua irmã, está a dar um jogo na tv e os homens vão para a sala e as mulheres juntam-se na cozinha à conversa. No intervalo do jogo eles vêm até à cozinha buscar uma cerveja. O José aproxima-se por trás e pergunta-me ao ouvido se estou bem, aceno que sim e nesse momento sinto o meu ovo começar a vibrar e fico corada, aperto a sua mão e ele olha para mim a perguntar o que foi, eu sussurro que o Simão ligou o meu ovo, ele sorris e diz para usufruir. Nós vamos ter com eles à sala e enquanto vamos conversando sinto o meu ovo ir sendo ligado e desligado momentaneamente, olho para a Raquel e vejo que por vezes ela também fica com um olhar atrapalhado, no entanto os homens sempre serenos a olhar para o tv. O jogo termina e vamos jantar a um restaurante ali perto a pé, eu e o Simão seguimos abraçados e confesso-lhe ao ouvido que o Simão não parou de brincar com o comando e que estou completamente molhada, ele ri-se e diz que aposta que a Raquel também estará


Sentamo-nos  e assim que começamos a jantar o meu ovo é novamente ligado ficando assim por um longo tempo. Eu sinto aquele formigar dentro de mim e subir por todo o meu corpo, sinto o calor invadir-me e quando dou por mim estou corada, a transpirar e com o garfo com comida parado a meio caminho. O José pergunta-me se estou bem, eu pouso os talheres e digo que preciso ir ao wc que não me sinto muito bem. A irmã dele preocupada levanta-se e  vem comigo, sinto o ovo ser desligado. No wc a irmã pergunta-me o que se passa e eu digo que é apenas o calor, que está a deixar-me zonza e mal disposta mas que já fico bem. Uso um pouco de água no pescoço, ficamos lá por um momento e depois voltamos. Quando me sento o José pergunta-me se estou bem, eu digo que estou cheia de tesão, que o Simão não para de brincar com o ovo e que já mal me consigo controlar e tenho medo que a irmã e o marido percebam o que se passa. Acabamos a refeição em paz, sem o ovo ser ligado. Saímos do restaurante e seguimos para casa da Raquel. Logo que arrancamos o meu ovo é novamente ligado e eu em desespero peço ao Simão para parar, com voz de inocente ele diz que não me está a fazer nada mas eu peço-lhe para me dar o comando do ovo, ele olha para o José e ele acena em concordância. Ele vai ao bolso e entrega-me o comando. Carrego no botão power e nada acontece. Volto a carregar. Nada. Olho para o Simão e digo “o meu ovo continua ligado, não é este o botão de power?” ele responde que sim e eu “então porque é que isto continua ligado?”, a Raquel vira-se para trás a sorrir, agarra o comando e diz “porque isso, Mariana, é o comando do meu ovo”, e agarra no comando e devolve-o ao Simão. Por momentos fico confusa sem perceber até ver o José ir ao bolso, tirar um comando, carregar no botão power e o meu ovo desliga-se! Eles riem-se da cara de incrédula que estou a fazer. Fico furiosa e digo “mas…mas não era o Simão que tinha o meu comando?” o José responde que sim e eu “então quando é que isto aconteceu?”, “mal saímos de casa eu e o Simão trocamos os comandos sem vocês saberem”, eu “mas a Raquel sabia…”, o Simão responde “sim, ela acabou por descobrir pois apanhou o comando e percebeu que era o dela mas o José pediu para não te contarmos nada e deixar-te torturar mais um pouco”. Sento-me direita no meu lugar furiosa e em silêncio. O Simão diz “Mariana, foi só uma brincadeira”, com cara séria apenas digo-lhe para conduzir até casa. O José agarra a minha mão, tenta puxar-me para si mas eu mantenho-me no meu sítio imóvel e calada. Assim que chegamos a casa do Simão, saio do carro, entro na casa e vou direta para a sala. Eles seguem-me um pouco sem saber o que fazer ou dizer. O José aproxima-se de mim e diz-me carinhosamente “minha deusa, não queria que ficasses chateada connosco, só queríamos nos divertir”, eu dou um sorriso e digo “ohh eu não estou chateada….mas o que vocês fizeram foi sacanagem e vão ter que pagar por isso”, vocês olham-se confusos, eu continuo “para começar quero todos despidos e ajoelhados aqui no chão”. Eles assim o fazem. Cada um tira a sua roupa e ajoelha-se, depois à frente deles dispo-me até ficar apenas em cuecas. Digo-lhes que quero os comandos dos dois ovos. Agarro no meu e pouso na mesa do sofá e fico com o da Raquel na mão.  Baixo as minhas cuecas e mostro a mancha do meu mel que escorreu para lá. Aproximo-me do Simão e digo-lhe para tirar o meu ovo, ele retira-o lentamente, todos têm um olhar guloso. Digo ao Simão para  lamber o mel do ovo, aproximo-me da Raquel afasto as minhas pernas e mando-a lamber a minha cona. Enquanto ela me lambe ligo o ovo dela, ouço-a gemer. Paro. Digo à Raquel para ela mamar o caralho do José e deixa-lo duro, enquanto isso mando o Simão lamber a minha cona e observo-os. Vejo-o ficar cada vez mais duro e chamo pelo José. Sento-me em cima da mesa e mando-o me foder, mando a Raquel chupar o pau do Simão e volto a ligar o ovo dela.  Os seus olhos queimam de tesão e está com o pau muito duro, entra em mim enquanto beija e lambe as minhas mamas, digo-lhe para me foderes forte e venho-me em menos de nada. Mando o Simão  deitar-se no chão e monto-me em cima dele, cavalgo-o com força e mando a Raquel deitar-se na mesa e para o José lhe mamar a cona e quando percebo que ela está quase a vir-se e no último momento desligo o ovo e mando-os parar. Ficam só a observar-me a cavalgar o Simão até me fazer vir novamente. Contínuo a cavalga-lo até o deixar com vontade de esporrar, e nessa altura paro. Digo à Raquel para se deitar no chão, eu coloco-me de 4 com a cabeça por cima da cona dela e começo a chupa-la, digo ao Simão para foder a boca dela e ao José mando foder-me o cu. Vou-lhe pedindo para se enterrar mais e com mais força  até o sentir com vontade esporrar e o mandar parar. Faço o mesmo com a Raquel e o Simão, mandando parar quando estão próximos de vir. Deito-me no chão e chamo a Raquel para entre as minhas pernas, digo-lhe que quero que me faça vir enquanto os homens observam. Eu continuo a brincar com o ovo dentro da Raquel e sinto-a sugar cada gota do meu mel, ela faz-me vir e eu envolvo as minhas pernas em volta da cabeça dela enquanto gemo muito alto. Rolo ofegante para o lado e vejo a Raquel ir em direção ao Simão. Levanto-me e digo-lhes que eles não podem fazer nada, terão que ficar sem foder até eu permitir que eles se venham, e chamo o José para irmos para o quarto. Ele acompanha-me e diz-me “sabes que eles vão voltar a foder mal entres no quarto, não sabes?”, eu paro para pensar durante uns minutos e de repente, lembro-me de algo que a Raquel me contou que eles tinham. Vou ao quarto deles, à gaveta onde guardam os brinquedos sexuais e lá encontro o que procurava. Volto à sala com algo atrás das costas e encontro a Raquel já a cavalgar o Simão, eles olham-me com um sorriso que diz ‘não nos vais conseguir deter’, eu mostro o que tenho comigo, um de cinto de castidade que é fechado com chave, e a Raquel me contou que as vezes o Simão usava para evitar que ela se masturbasse ou fodesse. Mando a Raquel vestir o cinto e tranco-o. Mando-os ir para a cama e aviso “Raquel, eu sei que quem tem o cinto és tu e que ainda tens a boca que podes satisfazer o Simão. Mas se de alguma forma o fizeres vir esta noite…vou deixar-te com esse sinto a semana inteira e levo a chave comigo para o porto”. Agarro a mão do José e seguimos para o quarto.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Caso de uma vida, J. #33


Acordo de manha e te vejo-a ali deitada ao meu lado. O tesão desperta em mim mas não a quero acordar. Levanto-me e vou preparar o pequeno-almoço para me conseguir controlar. Levo o pequeno-almoço dela num tabuleiro e quando entro no quarto vejo que está acordada a espreguiçar-se com um sorriso na cara. Enquanto come pergunta-me o que vamos fazer hoje. “O que quiseres minha Deusa”, ela responde-me “Agora mesmo apetece-me foder-te José” e o meu pau acorda.

Dispo-me, deito-me na cama e digo-lhe “aqui me tens todo para ti”, ela vem para cima de mim, vejo a sua cona deliciosa aproximar-se da minha boca e sinto a sua boca cair no meu pau. Agarro-a pelas nádegas, puxo-a para mim e cheiro aquela cona deliciosa e mergulho a minha cara nela enquanto engrosso na sua boca. Ela tem um jeito maravilhoso de me mamar e começo a sentir vontade de me vir. Ainda não, penso. Levanto-me e faço-a ficar de 4 à minha frente. Afasto-lhe as nádegas e vejo aquele rabinho piscar para mim, cuspo nele, passo a minha língua para espalhar a saliva e começo a entrar nela. Gemo quando me sinto todo enterrado e fodo-a como um leão. Ela tem os dedos a esfregar a cona e pede-me para a foder toda, agarro-a pelos cabelos dou uma investida forte e venho-me enquanto ouço os seus gritos de prazer a vir-se também. Caio por cima dela ofegante e abraço-a.


Tomamos um banho, vamos almoçar ao shopping e vamos até ao cinema, não há muita gente na sala e nós sentamo-nos cá atrás. Quando as luzes apagam levo um dedo por entre as suas pernas até à sua cona e esfrego um dedo. Ela olha-me espantada, eu retiro o dedo e chupo-o à sua frente. Entra na sala um grupo de casais atrasados e sentam-se quase à nossa beira e eu controlo-me. Quando o filme termina vemos algumas lojas no shopping e vejo na montra de uma delas uns sapatos vermelhos, vertiginosos, compensados e com uns brilhantes. Entramos na loja e peço para ela experimentar e decido compra-los. No carro ela agradece-me, eu aproximo-me dela e digo “Vais agradecer-me quando chegarmos a casa Mariana. Quero foder-te com esses sapatos”, e levo-nos para casa.

Caso de uma vida, M. #32


Nesse dia depois do trabalho volto a casa, não poder falar o José quando está de serviço torna o meu dia chato. Aproveito para relaxar, encher a banheira e deito-me a relaxar, bebo um copo de vinho, fico no sofá a ver tv e depois vou para a cama. Sinto-me inquieta pois já me habituei a dormir com ele ao meu lado e não gosto daquela cama vazia. Adormeço tarde. E acordo cedo com a campainha a tocar. Cheia de sono dirijo-me à porta, pergunto quem é e ouço “é o José”, abro a porta animada, ele veio direto do serviço ter comigo, entra em casa dando-me um abraço que me levanta do chão. Eu beijo-o e diz-me “mesmo com essa cara cheia de sono és linda”, eu sorrio e digo “adormeci tarde…não conseguia adormecer sem ti”, ele beija-me com carinho e diz “vamos voltar para a cama então minha Deusa, também estou a precisar de dormir”. Deito-me na cama, vejo-o despir a farda com um olhar muito sexy mas ele responde-me a sorrir “nem penses…vamos mas é dormir”. Deitamo-nos e adormecemos.

Acordo já a meio da tarde e saio da cama com cuidado para não o acordar. Como alguma coisa e sento-me no sofá a ver tv só de lingeri. Já quase ao fim da tarde ele surge na porta, abro um sorriso e digo “Bom dia!”, “bom dia minha Deusa”, ”dormiste bem? Estavas a dormir tão profundamente que pensei que não acordavas a tempo do jantar”, “não perdia a oportunidade de te acompanhar por nada”, aproxima-se de mim e ajoelha-se à minha frente, eu abro as pernas para o receber. Ele faz um ar sério e diz “Mariana…” faz uma pausa e por momentos penso que se passa alguma coisa, ele continuas “achas que isso são trajes decentes para andares por casa? Achas responsável que um homem acabado de acordar, fraco por ainda não se ter alimentado se depare contigo assim aqui na sala?” eu rio-me e digo “desculpa-me amor! Não sei onde tinha a cabeça”, “isto não é saudável Mariana, entrar na sala e deparar-me com essas mamas a querer saltar desse sutia (e enquanto diz isso beija-me as mamas) ou ver este monte de Vénus tapado por um pedaço de tecido tão pequenino (e ao dizer isso arruma a minha cueca para o lado e toca-me a cona com um dedo, e eu suspiro)”. Ele puxa-me  para si e eu enlaço as minhas pernas na sua cintura. Levanta-se e fico no seu colo enquanto me segura pelo rabo.  Eu digo: “desculpa-me meu amor, realmente não pensei…..mas se ver-me assim de lingeri é tão mau para ti tenho que resolver o assunto, mais vale tira-la” e levo a minha mão às costas e desaperto o meu sutia e atiro-o ao chão. Abraço-me a ele para as minhas mamas tocarem o seu peito e pergunto “melhor assim?” ele suspira e encosta-me à parede, leva a cabeça entre as minhas mamas e beija cada uma delas “hummm bem melhor minha Deusa” eu suspiro com o calor da sua boca nas minhas mamas e peço-lhe “fode-me Diogo, aqui, agora”. Sem hesitar ele puxa o pau fora dos boxers, arruma a minha cueca para o lado e entra em mim. A minha cara é de satisfação, aperto bem as minhas pernas na sua cintura, quero-o a entrar todo em mim enquanto o meu orgasmo se aproxima-se e entre gemidas peço-lhe “quero a tua esporra dentro de mim José, vem-te para mim” e ele faz-me a vontade e enche-me de leite fazendo-me vir. Lentamente pousa-me no chão, eu beijo-o e digo-lhe que temos que nos preparar para o jantar.
Vamos para o quarto e vestimo-nos. Antes de sairmos ele pede-me para esperar, aproxima-se de mim, baixa-se e passa a mão pela racha do vestido, passa a mão por entre as pernas e sobe. Eu digo “José, que estás a fazer? Agora não, não nos podemos atrasar”, “relaxa minha deusa, é só uma coisa aqui que está a mais”, olho-o desconfiada, as suas mãos sobem pelas minhas meias de liga agarram as minhas cuecas e puxam-nas. Eu pergunto: “é assim que queres que vá para o jantar José?”, “simmmm mas ainda não terminei”. Do bolso do casaco tira umas bolas chinesas, pede-me para afastar as pernas e enfia uma de cada vez dentro de mim. Levanta-se, dá-me uma palmada no rabo e diz “agora sim, podemos ir”.

Ao longo do jantar tenho que me levantar por diversas vezes para cumprimentar e bajular muitos dos convidados e sinto o José observar-me. A certa altura vou ter com ele, aproximo-me por trás, beijo-o, aproximo a minha boca da tua orelha e sussurro “José, meu deus…estas bolas estão a deixar-me cheia de tesão”, e ele sussurra-me de volta “é esse o objetivo minha Deusa”. Beijo-o suavemente, digo-lhe que tenho que ir cumprimentar apenas mais uma pessoa e depois jantamos sossegados. Dirijo-me a um homem com aparência de estar perto da casa dos 50 mas bem parecido, bem cuidado, quando me aproximo ele olha-me de cima a baixo, cumprimenta-me com um abraço e deixa a mão na minha cintura quase no meu rabo. O José levanta-se e vem na nossa direção, noto o sorriso forçado e quando se aproxima usa um braço para me agarrar pela cintura enquanto me puxa para si, a outra mão estende para aquele homem e apresenta-se “José, sou o namorado da Mariana, prazer” ele diz o nome dele e o José diz-me “Querida, desculpa interromper é que estão a chamar-te na nossa mesa para podermos começar a jantar”. Despeço-me daquele homem e caminhamos de mão dada para a mesa. Entre dentes pergunto “o que foi aquilo Diogo?”, ele tem um olhar envergonhado e diz-me “não sei minha deusa, desculpa-me mas não suportei a forma como aquele homem te olhou, quem é ele afinal?”, explico: “é um dos diretores e coordenadores das clinicas, é recém-divorciado e está com uma típica crise de meia-idade, achando-se muito macho. Se reparares age assim com todas as mulheres, mas é um tipo de profissional que temos de manter contente”, ele olha-o novamente e vemos que já se está a comportar da mesma forma com outra mulher, ele suspira “desculpa deusa mas sabendo que estás com tesão e ele a atirar-se assim, não gostei”, rio-me para ele, beijo-o e digo-lhe “não te preocupes José, foste tu que me puseste aqui sem cuecas e com estas bolas para me dar tesão…terás que ser tu a conseguir-me acalmar”. E sentamo-nos para começar a jantar.

Ao sentar-me reparo que a racha da saia vem quase à anca e o José pergunta-me ao ouvido “com medo que alguém perceba que não trouxeste cuecas?” eu coro ligeiramente “Cala-te José, vamos mas é jantar que mal posso esperar que me leves para casa”. O jantar termina, caminhamos para o carro, eu agarro-o pelo casaco, encosto-o ao carro e encosto o meu corpo ao seu, dou um suspiro profundo “José, por favor, leva-me para casa”, ele devolve-me um sorriso maroto “muito molhada deusa?”, agarro a sua mão, levo-a à minha cona e deixo-o sentir como estou de tal forma excitada que o meu mel já escorreu para as coxas. Sussurro-lhe “preciso que me fodas José”, ele agarra a minha mão, ri- se e diz “vamos levar-te para casa então”.

Mal entramos em casa em agarro o seu corpo com vontade de o devorar, ele agarra-me para que tenha calma e leva-me para o centro da sala e despe-me lentamente e despe-se em seguida. Aproxima-se de mim, a ponta dos seus dedos passam nos meus ombros e nas costas, fazem-me arrepiar, passam no meu peito, nas mamas, na minha barriga. Sinto uma palmada forte nas minhas nádegas e aquilo faz as bolas dentro de mim girarem e solto um gemido. Ele passa o polegar na minha boca, as unhas pelo meu pescoço, puxa um pouco os meus mamilos. Vejo o seu pau duro e bate com ele nas minhas nádegas e dá-me uma nova palmada. Gemo de novo. Pede-me para esperar 1 min e vais ao quarto. Volta com um Plug na mão, manda-me abrir a boca e dá-me o plu para eu molhar. Chupo-o e devolvo-o cheio de saliva, ele encosta-o no meu rabo e começas a enfiar devagar até ficar enterrado. Diz-me para me baixar, de cócoras à sua frente. Ele agarra a minha cabeça com carinho e começa a foder-me a boca mas o ritmo mais aumentando de tal forma que me faz engasgar e começo a tossir. Puxa-me para me levantar e beija-me para saborear o sabor do seu pau. A minha respiração está trémula pela quantidade de tesão que me consome. Ele passa as mãos pelo interior das minhas coxas e percebe que o mel continua a escorrer, estremeço  “José…..”, “humm vamos fazer-te vir minha deusa”. Ele leva-me para a mesa da sala, de pé e debruça-me sobre ela. Afasta as minhas nádegas e aponta o pau à minha cona. Digo “José, as bolas”, ele diz “vais senti-las minha deusa”. E começa a enterrar o pau muito devagarinho. A cabeça do teu pau toca nas bolas e conforme entra empurra as bolas, ele faz movimentos muito lentos para sentirmos as bolas subir e descer dentro de mim, o meu corpo estremece o em minutos atinjo o orgasmo. O José não para e continua a foder-me, agora com mais força, sinto as bolas tocarem no fundo da cona e venho-me novamente em gritos de prazer. Ele sai de mim, tira o Plug do meu rabo e enterra-se de seguida, dás estocadas fortes e as bolas continuam a mover-se dentro de mim. Ele fode-me com força, peço mais e ele louco de tesão, a querer esporrar sente que o meu corpo estremece e no momento que vai começar a esporrar agarra o fio das bolas chineses e arranca-as num gesto seco. Em conjunto com os teus jatos de leite que inundam o meu rabo venho-me novamente.

Vamos tomar um banho e deitamo-nos nus na cama e adormecemos,

Caso de uma vida, J. #31


Quando chegamos a casa vamos para o quarto. Peço à Mariana para esperar ali por mim e vou ao WC, volto com uns boxers de fantasia que tem uns botões dourados para por o pau de fora, um laço preto no pescoço, uns punhos com botões dourados, tronco nu e com a mascara na mão.


Ela sorri, eu deito-me por cima dela e começo a beijar-lhe o corpo até chegar à sua cona. Lambo-a até a sentir ter um orgasmo na minha boca para ela ficar bem lubrificada para o que vem a seguir. Ponho-a de 4, ponho a máscara na cara e devagarinho começo a enterrar-lhe o dildo na cona. Consigo ouvir o barulho da cona dela molhada a abrir e ela a começar a gemer. Faço movimentos de vai vem com a minha cabeça e faço-a vir novamente. De seguida deito-me na cama e puxo-a para cima de mim de costas para a minha cara. Ela fode a cona no dildo e baixa-se para mamar o meu pau. Estão tão duro que a sensação da sua boca no meu pau faz-me estremecer e expludo na sua boca. Ela limpa-me o pau com a língua, eu tiro a mascara e levanto a minha cara em direção à sua cona para beber todos os seus fluidos até faze-la vir mais uma vez.

Caso de uma vida, M. #30


No dia seguinte enquanto tomamos e pequeno-almoço o José pergunta-me se quero que me deixe no trabalho pois vai sair para ir até à academia mas digo-lhe que depois do trabalho tenho que ir ao shopping fazer compras para um jantar que tenho no fim de semana da empresa mas ele oferece-se para ir comigo às compras e eu concordei. Ao final do dia saio e ele está à minha espera, entro no carro e seguimos para o shopping. Pelo caminho pergunta-me que evento é esse onde vou, explico que é um jantar formal que fazemos todos os anos com os funcionários da empresa, uma forma de homenagear os médicos e motivar os funcionários, e aproveito para o convidar esperançosa para ser o meu acompanhante. Olha-me meio de lado e diz que isso não parece ser nada muito divertido. Admito que não mas e compreendo que ela não vá. Ele ri-se, beija a minha mão e diz que é claro que vai, que se for seca apanhamos os dois seca.


Vamos correndo as lojas à procura de algo para mim. Entramos numa loja com vestidos lindíssimos e ele ajuda-me a escolher alguns para eu ir provar. A empregada repara na nossa cumplicidade e como estamos sempre a tocar-nos, quando vamos aos provadores fica sempre por perto para evitar que entremos juntos. Ele espera do lado de fora e eu vou vestindo e trocando de vestido e abro a cortina para ele poder dar opinião, e cada vez que volto para dentro deixo a cortina um pouco aberta de propósito para que ele consiga ver-me trocar de roupa. Decidimo-nos por um vestido roxo, com um decote em barco, discreto mas justo ao meu corpo e uma raxa até à minha coxa. O José achou que aquela cor realçava os meus olhos e então trouxe esse. Fomos comprar-lhe uma gravata que combinasse, jantamos algo pelo shopping e fomos para casa. Na viagem digo-lhe que esperava que não tivesse apanhado muita seca nas compras, ele ri-se e diz que adorou, principalmente a parte como não fechava bem a cortina do provador, que tinha ficado doido, foi como se tivesses a espreitar-me…e enquanto dizia isso abria o fecho das minhas calças e enfiava os dedos por dentro das cuecas. Ele exclama: “Mariana! Estás molhada!”, ”José, estamos no parque, pode aparecer alguém”, ele dá-me a sua língua num delicioso beijo e diz-me “não vamos sair daqui enquanto não te sentir a vir Mariana”, eu suspiro e afasto um pouco as pernas para facilitar o seu acesso, enquanto me masturba ele vai sussurrando como gostou de me espreitar, como teve vontade de entrar naquele provador e foder-me ali mesmo em cima daqueles vestidos todos, que se não fosse a empregada estar desconfiada eu não perdia pela demora. Estava sempre atento ao que nos rodeia e numa altura alguém aproxima-se para entrar num carro próximo, ele puxa um casaco para cima de mim para esconder as minhas calças abertas, para de me beijar para disfarçar mas sempre a masturbar-me. Os seus dedos entravam em mim e venho-me-. A minha boca colada no seu ombro para abafar os meus gemidos. O meu corpo acalma, ele tira os dedos da minha cona e chupa dizendo-me “hummm deliciosa minha Deusa. Agora sim, podemos ir embora” e seguimos para casa.

Caso de uma vida, J. #29


A Mariana chega a minha casa e eu corro a agarra-la para beija-la. Ouço-a dar uma risada e perguntar “Que é isto Diogo”, digo “Saudades minha Deusa”, ela pergunta-me se gostei do seu presente e eu confesso-lhe entre beijos que adorei. Pergunto-lhe se hoje precisava de trabalhar mas diz-me que já tem tudo adiantado. Ótimo. Ponho uma lasanha no forno e pergunto-lhe se quer ver um filme no sofá.

Sento-me no sofá e ela deita-se com a cabeça no meu colo e eu passo as mãos pelos seus cabelos. Não consigo controlar os meus pensamentos e o meu pau começa a crescer, ela vira-me para mim e provoca-me “pensei que íamos ver um filme descansados, José”, puxo os seus lábios para os meus e confesso-lhe “não me consigo controlar contigo minha Deusa, estou viciado em ti e sempre cheio de tesão”. Ela pega no comando e põe o filme em pausa. Puxa as minhas calças e boxers para baixo e deixa o meu pau exposto. Sem lhe tocar com as mãos começa a brincar com a sua boca nele. Eu já suspiro. Ela agarras o pau com a mão, cospe na cabeça e voltas a polo na boca. Mantem a boca aberta com a minha cabeça la dentro e masturba-me com a mão. Tenho mais sede dela. Puxo-a para mim, sento-a ao meu colo e beijo-a. Ela ajuda com a mão a direcionar o pau a sua cona. Eu deliro ao senti-la completamente encharcada no meu pau e digo “fode-me Mariana, fode-me”, ela cavalga-me. Sinto o meu sexo e pernas molhados com o seu mel o que aumenta a minha tusa, agarro-a pela cintura para ajudar nos movimentos e vimo-nos os dois. Ela pousa a cabeça no meu ombro, beija-me os ombros, o pescoço e a boca.


Voltamos a deitar-nos e pomos novamente o filme a rolar. Acordo e olho para as horas, são duas da manhã e adormecemos no sofá. Desligo a TV, pego nela ao colo e levo-a para a cama, deito-me ao seu lado e adormeço.

Caso de uma vida, J. #28


A meio da tarde, estava relaxado a ver tv no sofá quando tocam à campainha. Abro a porta e deparo-te com uma mulher que pergunta: “É o sr. José? Tenho uma encomenda para si” e estende-me um cartão. Agarro-o, abro-o e reconheço a letra da Mariana “Meu amor…senta-te no sofá e usufruí do meu presente. Tua, Mariana” sinto o seu perfume no cartão e sorri-o. Pergunto aquela mulher o que é a encomenda e ela diz que tem ordens para me pedir para me sentar no sofá relaxado para poder entregar a encomenda. Assim o faço. Ela fica à minha frente, amarra o cabelo num rabo-de-cavalo alto, deixa a roupa dela cair no chão e fica só em lingerie, é muito morena e tem uma lingerie branca a contrastar com a pele dela, usa umas meias de liga com ligueiros, cueca fio dental em renda que deixa ver a existência de uns pelos minúsculos a cobrir os lábios. Ela abre também o soutia e deixa à mostra umas mamas fartas com uns mamilos escuros e já bem duros. Fico instantaneamente duro. Ela aproxima-se de mim, afasta as minhas pernas e ajoelha-se à minha frente. Abre o fecho das minhas calças, mete a mão dentro e puxa o meu pau para fora. Agarra nele e começa a massaja-lo, ela tem um lábios carnudos e eu mal posso esperar por os sentir. Ela continua a esfregar-me o pau e a olhar para ele e eu já estou com uma tesão fodida. Agarro-lhe o rabo de cavalo e empurro-a em direção ao teu caralho. Ela abre a boca e recebe-o até à garganta. A boca dela está faminta e engole o teu pau com sofreguidão. Suspiro de tesão, inclino a cabeça para trás no sofá e fecho os olhos a usufruir. Ela agarra o meu pau e bate com ele na cara e na língua e volta a mamar, lambe-me os tomares e morde-me a cabecinha, cospe no meu pau e espalha a saliva com a mão. Que boca maravilhosa. Agarro as mamas dela e ponho o meu pau no meio e fodo-as, a cada vez que o pau surge entre as mamas ela lambe a cabecinha. Estou completamente doido de tesão por aquela boca. Empurro-lhe a cabeça com força e começa a foder a boca dela, com força, ouço-a engasgar mas nem quero saber…não consigo parar. Vou mais fundo, mais forte, sinto o pau pulsar e o leite começar a subir e esporro-lhe aquela boca. Ela bebe tudo sem desperdiçar uma gota.


Assim que termina ela levanta-se e sai.