sábado, 19 de novembro de 2016

Caso de uma vida, M. #1



Após uma semana cheia de trabalho precisava de alguma distração e diversão e o convite das amigas de uma girls night veio mesmo a calhar! Vesti uma saia, um top que evidenciava o meu decote, as meias de liga e uns sapatos com um salto de 7 cm e empenhei-me em beber uns copos e perder-me na pista de dança até não poder mais.

Na discoteca estava um calor insuportável e ia me refrescando com as idas ao bar, e foi numa dessas idas que cruzo o meu olhar com um homem ali próximo, ele sorri-me e eu sorrio de volta. Agarro na minha bebida e volto à pista de dança, vejo-o no limiar da pista de dança a observar-me e sorrio-lhe. Ele aproxima-me e começa a dançar próximo de mim. Os copos que fui esvaziando fazem-me ter a ousadia de me aproximar dele e dançar de forma a provoca-lo. Pergunto-lhe o nome e ele responde-me algo de volta mas o volume da música não nos deixa perceber e continuamos a dançar apenas. Roçamos os nossos corpos, a minha anca roça na sua cintura, a mão dele cruza o fundo das minhas costas quase no meu rabo, a minha respiração no pescoço dele, e vejo o olhar dele a acompanhar uma gota de suor que correu na linha do meu peito.

Estava tão entretida que mal percebi a chegada da minha amiga que apenas me diz que temos de ir já embora. Aceno um 'adeus' com a mão indicando a minha partido e encolho os ombros com lamento pela súbita partida. Pago o meu cartão, agarro o casado e saio. Enquanto a minha amiga conduzia eu não conseguia parar de pensar naquele desconhecido e naquela dança. O carro pára. Saio. Os meus pés ressentem-se e ainda tenho que percorrer a rua pedonal de quase 100 metros para chegar a casa. Percorro a rua, de forma muito lenta para aproveitar o ar fresco da noite e já quase no fim da rua ouço passos, olho para trás para perceber quem dos meus vizinhos também se perdeu na noite e a minha pulsação dispara ao ver o homem da discoteca a aproximar-se, com um sorriso maroto na cara.

Paro para que ele me posso alcançar e a sorrir pergunto-lhe se é algum tipo de perseguidor. Ele alcança-me, sinto a sua mão na minha cintura, e outra no meu pescoço que me puxa para si e ele beija-me. Retribuo com desejo de sentir os seus lábios, busco a sua língua e mal nos lembramos de respirar. Sem descolarmos os lábios as mãos dele puxam-me para si e percorrem o meu corpo, puxam-me para a zona menos iluminada e encostam-me à parede de uma das casas. Os beijos e toques são cada vez mais ardentes, a língua dele desliza pelo meu pescoço, eu sustenho a respiração em reação ao toque. Inclino a cabeça para trás deixando o pescoço exposto para ele. Ele dá-me uma ligeira mordida e a língua desce até ao meu decote, com a mão desce as alças do meu top e do soutia e fico com uma mamas desnudas e ao seu alcance. Sinto as suas mãos envolve-las, os bicos ficam duros e beijo-o em reação. Encosto o meu corpo ao dele e sinto o seu pau endurecer dentro das calças. As suas mãos descem pelo meu rabo, apertando-o, descem até as pernas e procuram as minhas cuecas. Imagino que sinta já o calor que emano...a minha humidade...pois em reação, vira-me de costas e, enquanto empino o rabo na sua direção ele tira o pau de dentro das calças, agarra aos minhas mãos e segura-as contra a parede  acima da minha cabeça e diz-me para as manter assim. 

Ele afasta as minhas pernas e baixa as minhas cuecas, que sinto cair nos tornozelos, e numa estocada viril sinto-o dentro da minha cona. Ele para, tira o pau muito devagar e volta e enfiar numa estocada forte. Eu gemo. Ele encosta-se a mim e sussurra um "shiuuuu" para eu controlar o barulho dos meus gemidos. As suas mãos brincam com os meus mamilos enquanto aumenta o ritmo com que entra em mim, e são necessários muitos poucos minutos para eu atingir o orgasmo, sendo necessário ele tapar a minha boca para abafar o quanto gemo. As minhas pernas tremem e todo o interior da minha cona estremece com contrações de prazer apertado e estimulado ainda mais aquele caralho dentro de mim. Ele perde o controlo, fode-me com toda a força e esporra a minha cona bem fundo, sinto aquele caralho pulsar e os jatos de leite cairem dentro de mim e...com essa sensação atinjo um novo orgasmo, intenso...que quase me faz perder a força nas pernas. 

Ficamos imóveis, contra a parede até conseguirmos recuperar o fôlego. Ele sai de dentro de mim, veste-se, baixa-se para apanhar as minhas cuecas fazendo-as regressar ao seu lugar quando já sinto a sua esporra começar a escorrer-me para as pernas. Ele ri-se baixinho, beija o meu pescoço e diz-me "não sou nenhum perseguidor mas aquela dança deixou-me louco."


Beijamo-nos com ternura e afastamo-nos, cada um na sua direção, para irmos embora.

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